quarta-feira, 24 de março de 2010

Inclusão de deficientes físicos

Ao pensar em um projeto sobre inclusão social, somos levados a estabelecer a relação de um desejo, uma realidade que só será alcançada com grandes transformações sociais e políticas. A situação de exclusão social que encontramos no Brasil é muito grave já que o problema pode ser abordado em vários contextos como: situação dos portadores dos diversos tipos de deficiência; a exclusão das mulheres; a discriminação que homossexuais; indígenas; negros; moradores de rua e idosos, enfim a uma diversidade de temas a serem “concertados” em nossa sociedade.
Mas um deste em especial tem chamado a atenção dos brasileiros. A novela “Viver a Vida”, mostra na ficção como a personagem Luciana enfrenta as dificuldades que um cadeirante passa para ser aceito novamente na sociedade.
Apesar de na novela a personagem ser de classe alta, diferente da maioria da população de nosso país, o questionamento levantado é o que nós, a sociedade, temos feito pra ajudar essas pessoas. Muito tem se discutido a efetiva participação dos deficientes físicos na sociedade, e até que ponto eles podem participar do mercado de trabalho de forma ativa.
Em um primeiro momento, a inclusão dos deficientes físicos no mercado de trabalho, tratava-se de uma questão de inclusão social, sendo que, através de programas específicos, as empresas recebiam benefícios para contratação dessas pessoas.
Mesmo assim as empresas se recusavam a contratar funcionários com limitações físicas, porém, a questão hoje deixou de ser social para ser legal. Em 1.989, foi promulgada a lei 7.853 que afirma que todas as empresas com mais de 201 funcionários, devem ter uma porcentagem de deficientes físicos em seu quadro de funcionários efetivos. Sendo assim, o problema passa do nível social para o legal, esse tipo de atitude governamental ajuda não só na inclusão no mercado de trabalho, mas também ajudar a diminuir a visão preconceituosa ainda existente.
Já que atitude de integrar deficientes na sociedade é vista como “favor”, medidas governamentais como esta de estabelecer leis que ajudem são sempre bem vindas.

terça-feira, 16 de março de 2010

Religião ter ou não?...

A religião é o costume mais antigo dos povos existentes. Não há registro de um grupamento humano em qualquer época que não tenha professado algum tipo de crença religiosa, tornado fenômeno inerente a cultura humana.

“RELIGIÃO deriva do termo latino "Re-Ligare", que significa "religação" com o divino. Essa definição engloba necessariamente qualquer forma de aspecto místico e religioso, abrangendo seitas, mitologias e quaisquer outras doutrinas ou formas de pensamento que tenham como característica fundamental um conteúdo Metafísico, ou seja, de além do mundo físico”

Usada por um longo tempo como instrumento de dominação, a religião tomou grandes proporções. E, aos poucos com a liberdade de expressão as pessoas puderam escolher a que religião seguir e logo vieram os críticos e defensores.

A quantidade de religiões existentes hoje é grande, e cada um se expressa da forma que mais lhe agrada. Mas tanta diversidade de pensamento também gera conflitos e discussões sempre que questionada, tanto que um dos ditados populares mais conhecidos é: “política, futebol e religião não se discute”.

Será mesmo que não se discute? Nós seres humanos sentimos a necessidade de nos ligarmos a algo que de alguma forma nos acalme e nos abriga. Por isso a necessidade de um apego religioso. Quando nos deparamos com algum problema que passa dos nossos limites de resolução nos apegamos logo à religião ou á uma idéia de ser superior capaz de resolver os nossos problemas?

É difícil falar do assunto sem ofender ou entrar em conflito com alguém. Mas uma coisa é fato: todos nós recorremos soluções do além quando estamos em perigo, principalmente, quando colocamos em prova aquilo que mais nos é valioso, como a vida.

Mais fiéis, menos fiéis, seguidores, afastados, católico, evangélicos, judeus, protestantes, espíritas, candomblés... Há uma infinidade de opções. Não interessa qual todos nós necessitamos e buscamos a um apego místico quando estamos em perigo.