Inclusão de deficientes físicos
Ao pensar em um projeto sobre inclusão social, somos levados a estabelecer a relação de um desejo, uma realidade que só será alcançada com grandes transformações sociais e políticas. A situação de exclusão social que encontramos no Brasil é muito grave já que o problema pode ser abordado em vários contextos como: situação dos portadores dos diversos tipos de deficiência; a exclusão das mulheres; a discriminação que homossexuais; indígenas; negros; moradores de rua e idosos, enfim a uma diversidade de temas a serem “concertados” em nossa sociedade.
Mas um deste em especial tem chamado a atenção dos brasileiros. A novela “Viver a Vida”, mostra na ficção como a personagem Luciana enfrenta as dificuldades que um cadeirante passa para ser aceito novamente na sociedade.
Apesar de na novela a personagem ser de classe alta, diferente da maioria da população de nosso país, o questionamento levantado é o que nós, a sociedade, temos feito pra ajudar essas pessoas. Muito tem se discutido a efetiva participação dos deficientes físicos na sociedade, e até que ponto eles podem participar do mercado de trabalho de forma ativa.
Em um primeiro momento, a inclusão dos deficientes físicos no mercado de trabalho, tratava-se de uma questão de inclusão social, sendo que, através de programas específicos, as empresas recebiam benefícios para contratação dessas pessoas.
Mesmo assim as empresas se recusavam a contratar funcionários com limitações físicas, porém, a questão hoje deixou de ser social para ser legal. Em 1.989, foi promulgada a lei 7.853 que afirma que todas as empresas com mais de 201 funcionários, devem ter uma porcentagem de deficientes físicos em seu quadro de funcionários efetivos. Sendo assim, o problema passa do nível social para o legal, esse tipo de atitude governamental ajuda não só na inclusão no mercado de trabalho, mas também ajudar a diminuir a visão preconceituosa ainda existente.
Já que atitude de integrar deficientes na sociedade é vista como “favor”, medidas governamentais como esta de estabelecer leis que ajudem são sempre bem vindas.
Mas um deste em especial tem chamado a atenção dos brasileiros. A novela “Viver a Vida”, mostra na ficção como a personagem Luciana enfrenta as dificuldades que um cadeirante passa para ser aceito novamente na sociedade.
Apesar de na novela a personagem ser de classe alta, diferente da maioria da população de nosso país, o questionamento levantado é o que nós, a sociedade, temos feito pra ajudar essas pessoas. Muito tem se discutido a efetiva participação dos deficientes físicos na sociedade, e até que ponto eles podem participar do mercado de trabalho de forma ativa.
Em um primeiro momento, a inclusão dos deficientes físicos no mercado de trabalho, tratava-se de uma questão de inclusão social, sendo que, através de programas específicos, as empresas recebiam benefícios para contratação dessas pessoas.
Mesmo assim as empresas se recusavam a contratar funcionários com limitações físicas, porém, a questão hoje deixou de ser social para ser legal. Em 1.989, foi promulgada a lei 7.853 que afirma que todas as empresas com mais de 201 funcionários, devem ter uma porcentagem de deficientes físicos em seu quadro de funcionários efetivos. Sendo assim, o problema passa do nível social para o legal, esse tipo de atitude governamental ajuda não só na inclusão no mercado de trabalho, mas também ajudar a diminuir a visão preconceituosa ainda existente.
Já que atitude de integrar deficientes na sociedade é vista como “favor”, medidas governamentais como esta de estabelecer leis que ajudem são sempre bem vindas.

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